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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
o que é alienação parental?
Oi galera tá ai mais um assunto muito interessante para vocês ficarem sabendo. Espero que eu esteja ajudando.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
Alienador e Alienado
Oi galera tá ai mais um assunto muito interessante para vocês ficarem sabendo. Espero que eu esteja ajudando.
A Alienação Parental é uma forma de abuso psicológico que, se caracteriza por um conjunto de práticas efetivadas por um genitor (na maior parte dos casos), denominado alienador, capazes de transformar a consciência de seus !lhos, com a intenção de impedir, di!cultar ou destruir seus vínculos com o outro genitor, denominado alienado, sem que existam motivos reais que justi!quem essa condição. Porém, não são apenas os genitores que podem alienar, mas qualquer parente ou outro adulto que tenha autoridade e responsabilidade pela criança ou adolescente.
A Alienação Parental é uma forma de abuso psicológico que, se caracteriza por um conjunto de práticas efetivadas por um genitor (na maior parte dos casos), denominado alienador, capazes de transformar a consciência de seus !lhos, com a intenção de impedir, di!cultar ou destruir seus vínculos com o outro genitor, denominado alienado, sem que existam motivos reais que justi!quem essa condição. Porém, não são apenas os genitores que podem alienar, mas qualquer parente ou outro adulto que tenha autoridade e responsabilidade pela criança ou adolescente.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
CARTILHA: ALIENAÇÃO PARENTAL
Oi galera tá ai mais um assunto muito interessante para vocês ficarem sabendo. Espero que eu esteja ajudando.
Apresentação
O presente trabalho integra às ações do Projeto “Revisitando o
Direito das Famílias e Sucessões”, desenvolvido pela 1ª Vara
Especializada de Cuiabá-MT¹, sob à coordenação de sua juíza titular,
Angela Regina Gama da Silveira Gutierres Gimenez que, também,
ocupa o cargo de presidente do IBDFAM-MT².
A intenção do projeto é abrir uma profunda discussão, com a
sociedade civil em geral e organizações públicas, acerca de temas
importantes na referida área. Para a sua efetivação, o projeto prevê a
realização de palestras, mini-cursos, material didático e reuniões
operativas, com os diversos segmentos sociais e, também, com os
servidores do Poder Judiciário, além é claro, de uma boa articulação com
a imprensa.
Essa cartilha é a realização de um sonho que, busca alcançar o
maior número de pessoas e famílias que, há muito vêm sofrendo, com as
graves conseqüências, decorrentes do afastamento de crianças e jovens
de parte de seus parentes e combater essa prática, tantas vezes,
invisível aos nossos olhos.
Ao estudar a alienação parental, para a produção desta cartilha,
deparamo-nos com a constatação de que, esta ocorre, com freqüência
maior do que se imaginava, também, com os nossos idosos e que, a
legislação vigente não tem alcançado essa camada da população.
Assim, o Projeto “Revisitando o Direito das Famílias e Sucessões”
tem como proposta, apresentar e difundir uma aplicação analógica da Lei
nº 12.318/2010 ( Lei de Combate àAlienação Parental) para a população
idosa, igualmente, em situação de vulnerabilidade.
Antes, porém, é importante lembrar que, com a Constituição de 1988,
onde o princípio da dignidade da pessoa humana ganhou elevadas
proporções, fez-se necessário o reconhecimento, da multiplicidade dos
contornos familiares, abandonando-se o esteriótipo da família
"matrimonializada".
É inegável que, a multiplicidade e variedade de fatores não permitem
!xar um modelo único de família, sendo obrigatório compreendê-la, de
acordo com os novos arranjos de convivência, adotados pela sociedade
brasileira. Hoje vemos crianças que vivem, concomitantemente, com as
famílias que seus pais construíram, após a separação, e que podem
alcançar um grande número (não há limitação para o número de
casamentos ou de uniões estáveis); avós que criam seus netos sem a
presença dos pais; !lhos de uniões homoafetivas, dentre outras formas.
Nos dizeres de Cristiano Chaves: “Os novos valores que inspiram a
sociedade contemporânea sobrepujam e rompem, de!nitivamente com a
concepção tradicional de família. A arquitetura da sociedade moderna
impõe um modelo familiar descentralizado, democrático, igualitário e
desmatrimonializado³”.
Assim, o objetivo da família é a solidariedade social.
Quer queiramos ou não, temos que aprender a viver de uma nova
forma, garantindo espaços para que, nossas crianças e jovens possam
desfrutar da convivência, com os dois genitores e com suas famílias
(paternas e maternas), mesmo após o divórcio, recebendo o amor e a
atenção de todos. Para isso há um requisito, o respeito mútuo.
Nesse sentido, o combate à alienação parental ganhou força. O
fenômeno de se utilizar as crianças e os adolescentes como "moeda de
barganha" é muito antigo. Porém, seu primeiro reconhecimento cientí!co
se deu, através, do psiquiatra americano Richard Gardneer, na década
de 1980.
Temos certeza que, não há ninguém que não tenha visto, em sua família
ou entre amigos, a utilização dos !lhos, como mecanismo de vingança,
daquele que deteve a guarda unilateral dos infantes, em desfavor do
outro genitor que, não mora com eles.
No Brasil a lei de combate à alienação parental foi editada, em 26 de
agosto de 2010, sob o nº 12.318.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
Quando a situação chega à Justiça? ALIENAÇÃO PARENTAL
Oi galera tá ai mais um assunto muito interessante para vocês ficarem sabendo. Espero que eu esteja ajudando.
A lei nº 12.318/2010 dispõe que, a prática de ato de alienação
parental fere direito fundamental da criança ou do adolescente de
convivência familiar saudável, prejudica a realização de afeto nas
relações com o genitor e com o grupo familiar, constitui abuso moral
contra a criança ou o adolescente e implica em descumprimento dos
deveres inerentes à autoridade parental ou decorrentes de tutela ou
guarda.
Declarado indício de ato de alienação parental, a requerimento ou
de ofício (sem pedido da parte), em qualquer momento processual, em
ação autônoma ou incidentalmente, o processo terá tramitação
prioritária, e o juiz determinará, com urgência, ouvido o Ministério
Público, as medidas provisórias necessárias para preservação da
integridade psicológica da criança ou do adolescente, inclusive para
assegurar sua convivência com genitor ou viabilizar a efetiva
reaproximação entre ambos, se for o caso.
Nesses casos, o juiz mandará realizar estudo psicossocial ou
biopsicossocial das pessoas envolvidas e de suas famílias, cujo laudo
deverá ser entregue, no prazo máximo de 90 dias. Poderá, o juiz, ainda,
ouvir os !lhos, professores, vizinhos e determinar uma infinidade de medidas, visando impedir que a alienação prossiga, bem como,
objetivando proteger e reparar, os males decorrentes da prática
alienante.
Será assegurado ao genitor, garantia mínima de visitação,
ressalvados os casos em que há iminente risco de prejuízo à integridade
física ou psicológica da criança ou do adolescente, atestado por
profissional designado pelo juiz (perito) para acompanhamento das
visitas.
Medidas aplicáveis
Caracterizados atos típicos de alienação parental ou qualquer
conduta que di!culte a convivência de criança ou adolescente com
genitor, sem prejuízo da responsabilidade civil ou criminal, segundo a
gravidade do caso, poderá o juiz:
I - declarar a ocorrência de alienação parental e advertir o
alienador;
II - ampliar o regime de convivência familiar em favor do genitor
alienado;
III - estipular multa ao alienador;
IV - determinar acompanhamento psicológico e/ou biopsicossocial;
V - determinar a alteração da guarda para guarda compartilhada ou
sua inversão;
VI - determinar a fixação cautelar do domicílio da criança ou
adolescente;
VII - declarar a suspensão da autoridade parental
D e p o i m e n t o E s p e c i a l
Um cuidado importante nos procedimentos que envolvam alienação parental é com a
busca da prova, especialmente no que diz respeito, à participação da criança ou adolescente
vítimas.
Chamamos de depoimento especial a forma pela qual, a criança ou o adolescente,
pode relatar à Justiça ou aos outros integrantes do Sistema Judiciário, os fatos que a
envolvem. É uma forma diferenciada de escuta.
Inicialmente essa forma mais humanizada de se obter as informações, através das
crianças e dos jovens, era chamada de depoimento sem dano.
Com o passar do tempo,
reconheceu-se que, o nome sugeria a ausência de dano, o que não acontece, já que relatar as
ocorrências é sem dúvida reviver momentos de dor e de constrangimento.
Atualmente as crianças e adolescentes vítimas de abuso físico ou moral, são ouvidos,
por cerca de oito vezes, durante o procedimento de investigação e da ação judicial.
Lembremos que, nos casos de abuso sexual, por exemplo, a vítima é convidada a relatar seu
sofrimento, para a família, escola, médico, delegado, legista, Conselho Tutelar, Ministério
Público, assistente social, psicóloga, juiz, dentre outros.
A repetição dos fatos e dos sentimentos experimentados leva à chamada
“revitimização” ou “revivência do trauma”.
No Depoimento Especial, um técnico treinado – preferencialmente um psicólogo ou
assistente social – faz as perguntas à criança, em recinto distinto à sala de audiências (uma
sala reservada, onde a privacidade é garantida).
A criança é informada sobre o procedimento de escuta e para o que se destina. As
salas, diferentemente, do que se pensava no passado, não precisam ter muitos objetos
(estímulos). O recinto reservado gera segurança e conforto para a vítima que, se comunica
direta e somente com o profissional interlocutor.
O tempo da criança é respeitado. Se ela
chorar, silenciar ou entrar em grande sofrimento, a sessão do depoimento deve ser
interrompida, para prosseguir-se em outra oportunidade.
O uso de fones de ouvido pelo profissional que toma o depoimento permite que este
receba as questões encaminhadas pelo juiz e demais participantes do processo, que devem
ser direcionadas à criança.
Um sistema de áudio e vídeo possibilita que as salas se interliguem, facilitando o
acompanhamento do relato por aqueles que se encontram na sala de audiência (partes,
promotor, advogados, peritos, juiz, auxiliares da Justiça, etc), em tempo real.
Todo o depoimento é filmado e anexado ao processo, para fim de consulta e de prova
judicial, pretendendo-se com isso, evitar-se novas inquirições e a possível vitimização da
criança.
Além disso, a criança e o adolescente não têm que se expressar, diante do alienador
ou alienado e de pessoas que lhes são totalmente desconhecidas, poupando-os de
constrangimentos que, muitas vezes, os possam fazer silenciar.
domingo, 26 de junho de 2016
De tudo sobre Pedagogia
Oi galera tá ai mais um assunto muito interessante para vocês ficarem sabendo. Espero que eu esteja ajudando.
·
Algo
interessante sobre o Curso
·
O Curso de Pedagogia
·
Grade básica do curso de Pedagogia
·
Onde estudar Pedagogia
O que faz um Pedagogo?
Pedagogia
O
licenciado em Pedagogia entende dos princípios e métodos de ensino, da
administração de escolas e da condução dos assuntos educacionais. Ele trabalha
para garantir e melhorar a qualidade da educação. O profissional tem dois
grandes campos de atuação: a administração e o magistério, de modo que pode
tanto gerenciar e supervisionar o sistema de ensino quanto orientar os alunos e
os professores.
INTRODUÇÃO
Pedagogia é
a ciência que
tem como objeto de estudo a educação, o processo de ensino e aprendizagem. O sujeito é
o ser humano, enquanto educando. A palavra Pedagogia tem origem na Grécia
antiga e vem das
palavras: "paidos" ("da criança") e "agein"
("conduzir").
O Curso
de Pedagogia tem como propósito formar professores para atuar no exercício da
docência, na educação infantil, nas séries iniciais do ensino fundamental e em
disciplinas pedagógicas dos cursos de nível médio, na modalidade Normal e de
Educação Profissional, na área de serviços e apoio escolar e em outras em que
disciplinas pedagógicas que estejam previstas, no planejamento, execução e
avaliação de programas e projetos pedagógicos em sistemas e unidades de ensino.
Ao
concluir o curso de Pedagogia os profissionais da educação, estarão habilitados
a atuar no magistério da educação infantil e séries iniciais do ensino
fundamental, podendo atuar ainda, nas diversas áreas da educação formal e não
formal com compreensão ampla e consistente do fenômeno e das práticas
educativas que se dão em diferentes âmbitos e especialidades, bem como na
gestão desses espaços educativos.
A Grécia clássica pode ser considerada berço da Pedagogia, pois foi na Grécia que nasceram
as primeiras ideias acerca da ação pedagógica, ponderações que vão influenciar,
por muitos anos, a educação e cultura ocidentais e vincular a imagem do
Pedagogo à formação das crianças.
Na antiga Grécia, eram chamados de
pedagogos os escravos que acompanhavam as crianças que iam para a escola. Como
escravo, ele era submisso à criança, mas tinha que fazer valer sua autoridade
quando necessária. Por esse motivo, esses escravos desenvolveram grande habilidade
no trato com as crianças.
SOBRE O CURSO
·
A Profissão
O pedagogo trabalha para garantir e
melhorar a qualidade da educação em dois grandes campos de atuação: a
administração e o magistério, de modo que pode tanto gerenciar e supervisionar
o sistema de ensino quanto orientar os alunos e os professores. Em órgãos do
governo, estabelece e fiscaliza a legislação de ensino em todo o país. Em
escolas, orienta e dirige os professores, com o objetivo de assegurar a
qualidade do ensino. Também é ele quem verifica se os currículos estão sendo
cumpridos e se condizem com as leis educacionais. Acompanha e avalia, ainda, o
processo de aprendizagem e as aptidões de cada aluno. Pode trabalhar também com
portadores de deficiências físicas ou intelectuais, auxiliando em sua inclusão
na sociedade, ou com educação a distância.
·
Estrutura do Curso
O acréscimo de um ano no ensino
fundamental — que passou a incluir o que antes era o último ano do ensino
infantil — mexeu com a estrutura dos cursos de Pedagogia. Com isso, as escolas
tiveram de rever então a grade curricular do curso, porque elas têm,
obrigatoriamente, de incluir a formação de professores para as séries iniciais.
A carga maior do curso, que dura em média quatro anos, é na área de ciências
humanas e sociais aplicadas. Além de metodologias específicas, o aluno estuda a
estrutura e o funcionamento do sistema de ensino, princípios e métodos de
administração escolar e novas tecnologias educacionais. O currículo inclui,
ainda, disciplinas optativas, que permitem ao aluno complementar sua formação
em filosofia, história ou artes. O estágio é obrigatório.
Em órgãos do governo, o pedagogo
estabelece e fiscaliza a legislação de ensino em todo o país. Em escolas, ele
orienta e dirige os professores e verifica o cumprimento dos currículos e das
diretrizes educacionais do país. Acompanha e avalia, ainda, o processo de
aprendizagem e as aptidões de cada estudante. Além disso, o graduado está
habilitado para trabalhar com a inclusão de pessoas com necessidades especiais
ou educação a distância.
·
FOCOS
ESPECÍFICOS
A
maior parte dos mais de 1.200 cursos de Pedagogia do país oferece formação
generalista. Apenas uma pequena parte deles tem algum foco específico. Esse é o
caso, por exemplo, de Educação do Campo, voltada para a atuação em escolas
rurais (UFFS-PR, UFCG, UFMA, UFPB, UFVJM e IF Farroupilha); Educação Especial,
para dar aulas a alunos com necessidades especiais (Furb, UFSM e UFSCar) e
Educação infantil (UCSal e UFV).
·
Algo
interessante sobre o Curso
O
acréscimo de um ano no Ensino Fundamental que passou a incluir o que antes era o último ano do ensino
infantil mexeu com a estrutura dos cursos de Pedagogia. Com isso, as escolas tiveram de
rever então a grade curricular do curso, porque elas têm, obrigatoriamente, de
incluir a formação de professores para as séries iniciais. A carga maior do
curso, que dura em média quatro anos, é na área de Ciências Humanas e Sociais
Aplicadas. Além de metodologias específicas, o aluno estuda a estrutura e o
funcionamento do sistema de ensino, princípios e métodos de administração
escolar e novas tecnologias educacionais. O currículo inclui, ainda,
disciplinas optativas, que permitem ao aluno complementar sua formação em filosofia,
história ou artes. O estágio é obrigatório.
Duração média: 4 anos.
·
Mercado de Trabalho
O mercado que mais absorve o profissional
ainda é o do ensino formal, que ocorre na sala de aula. A obrigatoriedade da
contratação de um pedagogo pelas creches também ampliou o mercado para o
licenciado. Mas há outros setores promissores, como a atuação em pedagogia
empresarial, que exige do profissional desenvolver projetos educacionais,
sociais e culturais para empresas de diversas áreas, ONGs e outras
instituições, bem como para treinamento de funcionários. Outra área que deve
crescer é a pedagogia hospitalar, na elaboração de projetos didáticos para
crianças e jovens internados durante uma semana, pois segundo a lei os estudos
não devem cessar. As capitais do Sul e Sudeste concentram as melhores
oportunidades. Mas nas demais regiões a demanda também é boa.
A
Pedagogia é uma das áreas com maior taxa de empregabilidade no Brasil. Segundo
dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 94,13% dos
pedagogos estão empregados.
O pedagogo pode trabalhar em empresas de
diferentes setores:
- Instituições
de Ensino: como
professor até o 5o ano,
supervisor, psicopedagogo, coordenador/orientador pedagógico ou diretor.
- Órgãos
públicos: municipais,
estaduais ou federais, planejando, fiscalizando e coordenando programas e
políticas públicas educacionais.
- Empresas
privadas: nas
áreas de Recursos Humanos, Treinamento e Desenvolvimento, Responsabilidade
Social, etc.
- ONGs: desenvolvendo e coordenando programas sociais e
educativos para o desenvolvimento da comunidade.
- Instituições
de Saúde: na
aprendizagem, recreação e apoio emocional de crianças e adolescentes
internados para tratamento.
- Indústria de brinquedos: pesquisa, consultoria, análise e produção de brinquedos, classificação de faixa etária.
- Cultura: orientando atividades educativas em
estabelecimentos como: museus, bibliotecas, brinquedotecas, centros
culturais e recreativos.
- Mídia e
Editoras: elaborando
e analisando conteúdos para o público infantil, programas educacionais,
livros infantis, didáticos e paradidáticos.
Essas
novas perspectivas exigem profissionais cada vez mais qualificados e preparados
para atuarem em um cenário dinâmico e competitivo. Assim, o novo perfil de
Pedagogo precisa ser capaz de atuar situando sua prática em uma fundamentação
clara, pertinente ao contexto do qual participa e que possa, por meio do
desenvolvimento de suas competências, transformar a realidade social na qual
atua.
O
mercado que mais absorve o profissional ainda é o do ensino formal, dentro ou
fora da sala de aula. A obrigatoriedade da contratação de um pedagogo pelas
creches também ampliou o mercado para o licenciado. Nos últimos
anos, a demanda por pedagogos em espaços não escolares tem crescido
consideravelmente, diz Maria Cristina Monteiro de Carvalho, coordenadora do curso de pedagogia da PUC-Rio.As
capitais do Sul e Sudeste concentram as melhores oportunidades. Mas nas demais
regiões a demanda também é boa.
·
O Curso de Pedagogia
O curso de Pedagogia dura em média quatro
anos. A habilitação mais comum é a licenciatura, mas é possível também encontrar cursos
superiores de Pedagogia em grau de bacharelado.
Durante o curso, o aluno tem disciplinas
como História, Sociologia, Psicologia da Educação, Filosofia, Educação e
Sociedade. A graduação também conta com disciplinas voltadas para a prática em
sala de aula. Nos semestres finais, o aluno deve fazer um estágio supervisionado.
·
Grade básica do curso de Pedagogia
A grade curricular de Pedagogia depende
da instituição que oferece o curso. Veja algumas das disciplinas que você
poderá encontrar nesta graduação:
- História da
Educação
- Psicologia
Aplicada à Educação
- Didática
- Filosofia
Básica
- Economia
Aplicada à Educação
- Conceitos
Básicos de Administração
- Pedagogia
Básica
- Língua
Portuguesa
·
Onde estudar Pedagogia
O curso de Pedagogia pode ser encontrado em mais de 1.500
instituições públicas e privadas de todas as regiões do País. Conheça algumas
das universidades reconhecidas pelo MEC que oferecem o curso de Pedagogia:
Universidades
Privadas:
- Centro Educacional Anhanguera
(Anhanguera)
- Universidade Norte do Paraná
(UNOPAR)
- Universidade Estácio de Sá (UNESA) Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI)
Universidades
Públicas:
- Universidade
Federal do Maranhão (UFMA)
- Fundação
Universidade Federal de Rondônia (UNIR)
- Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
- Universidade
Federal de Minas Gerais (UFMG)
- Universidade
Federal do Paraná (UFPR)
·
Componentes curriculares:
|
DISCIPLINA
|
CARGA
HORÁRIA
|
|
Aprendizagem e Mudanças
Organizacionais
|
72
|
|
Aprendizagem Organizacional:
Concepções, Princípios e Práticas Pedagógicas.
|
36
|
|
Arte e Literatura na Infância
|
100
|
|
Atividades Complementares
|
72
|
|
Bases Contemporâneas da
Aprendizagem na Infância
|
72
|
|
Competências Individuais e
Organizacionais
|
72
|
|
Construção dos Conceitos das
Ciências da Natureza
|
72
|
|
Construção dos Conceitos de
Leitura e Escrita
|
72
|
|
Construção dos Conceitos
Matemáticos
|
72
|
|
Corporalidade e Movimento
|
72
|
|
Didática e Prática Docente na
Educação Fundamental
|
72
|
|
Didática e Prática Docente na
Educação Infantil
|
72
|
|
Didática em Espaços Educacionais Não Formais
|
72
|
|
Educação Brasileira no Século XXI
|
72
|
|
Educação de Jovens E Adultos
|
72
|
|
Educação Inclusiva
|
36
|
|
Educação Lúdica
|
36
|
|
Educação Mediada pelas Tecnologias da Informação
e Comunicação: Concepções e Princípios
|
72
|
|
Eletiva
I
|
36
|
|
Eletiva
II
|
36
|
|
Empreendedorismo,
Inovação e Economia Criativa
|
72
|
|
Estágio
Supervisionado em Espaços Educacionais não Formais
|
60
|
|
Estágio
Supervisionado: Ciclo Inicial do Ensino Fundamental
|
80
|
|
Estágio
Supervisionado: Ciclo Intermediário (3º e 4º ano) do Ensino Fundamental
|
80
|
|
Estágio
Supervisionado: Educação Infantil
|
80
|
|
Ética,
Cidadania e Sustentabilidade
|
72
|
|
Fundamentos
da Educação Infantil
|
72
|
|
Geografia:
Conteúdos e Metodologia de Ensino
|
72
|
|
História:
Conteúdos e Metodologia de Ensino
|
72
|
|
Interação
e Mediação: Ação Educacional Mediada
|
72
|
|
|
|
|
Leitura
e Produção Textual
|
72
|
|
Libras
|
36
|
|
Linguagem:
Conteúdos e Metodologia de Ensino
|
72
|
|
Matemática:
Conteúdos e Metodologia de Ensino
|
72
|
|
Mobilidade
Tecnológica e Planejamento Didático
|
72
|
|
Mobilidade
Tecnológica e Planejamento Didático
|
72
|
|
Organização
e Gestão da Aprendizagem Organizacional
|
36
|
|
Organização
e Gestão da Educação em Espaços não Formais
|
36
|
|
Organização
e Gestão da Educação Fundamental
|
36
|
|
Organização
e Gestão da Educação Infantil
|
36
|
|
Pesquisa,
Tecnologia e Sociedade
|
72
|
|
Políticas
e Organização da Educação no Brasil
|
72
|
|
Práticas
Inovadoras de Educação Mediada pelas TIC
|
72
|
|
Projeto
Integrador I: Práticas Pedagógicas na Sociedade Contemporânea
|
36
|
|
Projeto
Integrador II: Desafios, Conquistas e Perspectivas na Educação Infantil
|
36
|
|
Projeto
Integrador III: Trajetórias Interdisciplinares na Construção de Conceitos
|
36
|
|
Projeto
Integrador IV: Aprender para Ler o Mundo
|
36
|
|
Projeto
Integrador V: Aprender para Descobrir o Mundo
|
36
|
|
Projeto
Integrador Vi: Ações Pedagógicas em Espaços Educacionais não Formais
|
36
|
|
Teorias
de Ensino- Aprendizagem na Educação Fundamental
|
72
|
|
Teorias
de Ensino-Aprendizagem na Educação Infantil
|
72
|
|
Trabalho
de Conclusão de Curso I: Projeto de Pesquisa
|
36
|
|
Trabalho
de Conclusão de Curso II: Pesquisa em Educação
|
36
|
O que faz um Pedagogo?
Descubra em quais
áreas um pedagogo pode atuar e como é o trabalho deste profissional na prática!
O pedagogo é o profissional que atua em processos
relacionados ao ensino e aprendizagem. Seu trabalho está intimamente ligado ao
do professor e é considerado como um
apoio educacional.
Ele é especialista
em educação e associa o aprendizado às questões sociais e à realidade em que o
estudante se encontra. Desta forma, o pedagogo contribui para a qualidade do
ensino e aprendizado, fortalecendo a construção do conhecimento.
Quem opta por seguir carreira em Pedagogia
deve ter vocação para ensinar, ser paciente e gostar de lidar com crianças e
adolescentes.
Conheça um pouco mais sobre o trabalho deste
profissional, em que áreas ele pode atuar e quais atividades um pedagogo
desempenha.
Um profissional formado em
Pedagogia pode atuar como professor dos primeiros anos do ensino fundamental.
Pode também atuar na pré-escola, como professor ou auxiliar de sala. Fora das
salas de aula, o pedagogo também encontra oportunidades de emprego em ambientes
escolares e não escolares. Conheça um pouco mais sobre algumas
das áreas onde um pedagogo pode atuar.
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